O poder da Egrégora 12 Agosto, 2007
Posted by leninha in NZ.trackback
Post longo, mas interessante, ainda sobre o fato de estar unido em uma mesma energia e a forca que as energias tem em nossas vidas.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Egrégora, termo grego significando envolvimento, clima envolvente, estado de espirito resultante de fatores externos e internos. Música,odor, misticismo em suma a conjugação de diversos fatores criando no individuo um estado emocional próprio, de fé,de contemplação, etc.
Egrégora provém do grego “egrégoroi” e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos, etc.
Em miúdos, uma egrégora participa ativamente de qualquer meio, físico ou abstrato. Quando a energia é deliberadamente gerada, ela forma um padrão, ou seja, tem a têndência de se manter como está. No mais, as egrégoras são “esferas” (concentrações) de energia comum. Quando várias pessoas tem um mesmo objetivo comum, sua energia se agrupa e se “arranja” numa egrégora. Esse é um conceito místico-filosófico com vínculos muito próximos à teoria das formas-pensamento, aonde todo pensamento e energia gerada têm existencia, podendo circular livremente pelo cosmo.
Um exemplo de egrégora - tenhamos em mente um hospital. O principal objetivo dos que ali estão é promover a cura (independente de um êxito ou não) ou serem curados, portanto, um hospital carrega consigo uma “Egrégora de Cura”. Aonde está essa egrégora? No chão, nas paredes, no nome, nos frquentadores do hospital, nos funcionários, pacientes e visitantes. Muitas mentes voltadas para um único ojetivo, eis a concentração de energia!
Seguindo essa teoria, se você deseja algo, deve mentalizar calmamente seu objetivo (como se já estivesse concretizado) com um período e frequência estabelecidos, conforme suas possibilidades e seu senso de disciplina. Suponhamos que a fictícia Amanda está solteira há anos, tendo apenas alguns casos superficiais e passageiros nesse período. Ela não encontra um par ideal simplesmente por que não estabeleceu o que quer. À partir do momento que ela conseguir “idealizar” essa pessoa, encontrá-la é mais fácil do que parece. Amanda, diariamente, mentalizava seu desejo (ela feliz com seu namorado, como ele seria, etc) pontualmente as 3 horas da tarde. Realizou suas mentalizações por um tempo considerável, de mais de três meses. Seus pensamentos criaram uma força capaz de atrair a pessoa certa, criram em torno dela uma “Egrégora de Amor”. Garanto que Amanda conseguiu encontrar quem procurava.
Da mesma maneira, uma missa, um encontro de algumas pessoas (ou muitas) voltadas para promover um mesmo fim (a cura de alguém, o fim de um problema, a superação de uma perda) tem um grande poder de formação de egrégoras.
Uma casa que foi palco de cenas de um crime violento, uma tragédia ou algo do tipo ficará maculada para sempre com sua egrégora de dor, confusão e sofrimento. Difícilmente um futuro morador daquela casa não sinta as energias nefastas da egrégora local atrapalharem sua vida. Egrégoras atraem energia semelhante. A tendência para uma casa como essa é atrair mais crimes, perdas e dor, eternamente. Mesmo que seja demolida, e construída uma nova edificação sobre o local, ele estará maculado. Apenas uma egrégora de luz, paz, hamor e harmonia mais forte que a anterior poderá anulá-la e fazer retroceder seus efeitos danosos.
Por isso que têm coisas que parecem não mudar nunca. Pessoas presas a suas vídas, seus problemas. Presas às suas egrégoras negativas. Só atrairão energia semelhante. Sua negatividade sempre aumenta.
Se assim considerar-mos, existem muitos locais considerados sagrados no mundo. Certas matas, montanhas, construções… o que elas têm em comum? As pessoas acreditam ou acreditaram que elas eram sagradas, sobrenaturais, prodigiosas. Suas crenças alimentaram a egrégora desse local, que passou a adquirir essas características. Crer no sacro tornou-as sagradas!
Uma egrégora que confere poder a um amuleto. Você acredita que ele irá proteger-te. Ele adquire essa propriedade protetora, pos cria uma “Egrégora de Defesa”.
Para alguns Ocultistas, uma egrégora pode tomar “vida própria”. Assim, uma “Egrégora Sacra” (de um local sagrado) fará de tudo para manter sua sacralidade, nem que tenha que liquidar as energias intrusas que perturbam seu padrão energético. Assim, ela tomaria o caminho de menor resistência para conseguir manter-se intacta, seja ele qual for. Por isso, egrégoras podem ser destrutivas e gerar problemas. Essa teoria é controversa, e o parágrafo a seguir trata de explicá-la melhor.
“Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação “genética” das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.”
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